segunda-feira, 14 de novembro de 2016

LIÇÕES DE DANÇA PARA PESSOAS DUMA CERTA IDADE, com João lagarto.


LIÇÕES DE DANÇA PARA PESSOAS DUMA CERTA IDADE
Com interpretação de João Lagarto e adaptação do romance homónimo de Bohumil Hrabal.
10 de dezembro| sábado | 21h30 | Pequeno Auditório
Entrada: 8 EUROS / Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 4 Euros
M/12
Duração: 60 min
SINOPSE E OBJECTIVOS
Um antigo sapateiro a caminho dos setenta, sentado à mesa dum bar, dirige-se directamente ao público feminino presente na sala. Recorda episódios do seu tempo. Chama-se Jyrka e é um experimentado contador de histórias. Aproveita para ir também dando conselhos às damas, mas estes são sempre ilustrados com exemplos concretos da sua vida profissional, da sua estadia na tropa, idas ao médico, conquistas, educação religiosa, numa sequência sem fim e sem ordem, como se diz das cerejas na conversa. É um trabalhador manual e é alguém que gosta de viver, e embora esteja a falar do passado, o tom geral não é nostálgico, mas comemorativo. Com a ajuda do álcool, claro, embora ela defenda moderação no seu consumo. Quem lê Bohumil Hrabal não pode deixar de ficar impressionado com a sua constante ligação à realidade. Ele dizia numa entrevista, só vou a casa para dormir, passo o dia por aí, recolhendo histórias, como quem inspira, e quando os pulmões ficam cheios sento-me a escrever até ficar outra vez vazio. Aprendeu ao que parece este ofício com um tio, ferroviário, que lhe alegrou a infância com as suas intermináveis histórias. São ferroviários, sapateiros, fabricantes de cerveja, camponeses, soldados, quem aparece nestas histórias, gente “simples”, cuja simplicidade tem por detrás a sabedoria de quem viveu o suficiente para saber que o silêncio é o mais forte dos argumento e que nada é mais eficaz do que uma boa história ou uma gargalhada. Ler Bohumil Hrabal é também inevitavelmente a vontade de o ler em voz alta. Os seus romances são sempre longos monólogos, é sempre alguém a falar. E de uma maneira tão divertida que apetece levá-los para o palco de um teatro popular, onde imagino um público popular a rir perdidamente.
FICHA TÉCNICA
Tradução, Encenação e Interpretação de João Lagarto
Adaptação do romance homónimo de Bohumil Hrabal.
Produção – Alice Prata
Desenho de Luz – José Carlos Gomes
Co-produção – João Lagarto, Câmara Municipal de Almodôvar e Casa das Artes dos Arcos de Valdevez

A BELA ADORMECIDA | Companhia de ballet Russian Classical Ballet em Famalicão


A BELA ADORMECIDA
Bailado em Um Prólogo e Dois Atos
Música PYOTR ILYICH TCHAIKOVSKY | Libreto IVAN VSEVOLOJSKY e MARIUS PETIPA | Coreografia MARIUS PETIPA | Cenografia RUSSIAN CLASSICAL BALLET | Figurinos EVGENIYA BESPALOVA | Diretora EVGENIYA BESPALOVA | Première 15 janeiro de 1890, TEATRO MARIINSKY, em São Petersburgo, Rússia.
09 de dezembro | sexta-feira | 21h30 | Grande auditório
Entrada: 18 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 9 Euros
duração 135 min (com 20 min de intervalo)
classificação etária M/6

A deslumbrante obra-prima do bailado clássico que vai encantar o grande público, interpretado pela brilhante e prestigiada companhia de ballet Russian Classical Ballet, de Moscovo, que apresenta um esplendoroso elenco de estrelas do ballet Russo, que dão corpo a esta companhia, liderada por Evgeniya Bespalova (na personagem de Aurora) e Denis Karakashev (na personagem de Príncipe Désiré).

A Bela Adormecida desperta a magia dos contos de fadas. Um mundo encantado de castelos e florestas, maldições e fadas; somente o beijo do amor verdadeiro conseguirá desfazer o feitiço – a sagração do Romantismo.

Baseado no conto “La Belle au bois Dormant”, de Charles Perrault, bem ao estilo francês do século XVIII, é considerado um dos bailados que maior interesse desperta no grande público.

Repleta de romantismo e marcada pelo lirismo, esta obra representa um grande desafio para os bailarinos, sobretudo na interpretação da personagem principal Princesa Aurora, exigindo um estilo académico cristalino – elegante e frágil.

Dançado por todas as companhias do mundo, esta obra-prima de Pyotr Tchaikovsky é sem dúvida uma das mais belas páginas do ilustre compositor russo. Melodias imperecíveis como “Rosa Adagio” e “Grande Valse Villageoise” revelam o lirismo do autor. A relação da música de Tchaikovsky com a coreografia de Marius Petipa é de tal forma perfeita que seria difícil imaginar outra leitura da partitura. Por isso, música e coreografia numa simbiose genial fizeram com que esta peça fosse considerada a obra emblemática da dança clássica.

Esta produção clássica apresenta cenografia de uma beleza e um realismo incríveis, figurinos manufaturados com detalhes sumptuosos, e um elenco de solistas e corpo de baile irrepreensíveis liderados por duas Estrelas da Dança Internacional.

ANA MOURA Apresenta “MOURA”, na Casa das Artes Vila Nova de Famalicão.


ANA MOURA Apresenta “MOURA”
Música |Fado
2 e 3 dezembro | sexta e sábado | 21h30 |Grande Auditório
Entrada: 16 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 8 Euros
M/6
Duração: 80 m
MOURA
Depois de Desfado se ter tornado o álbum mais vendido de um artista português nos últimos dez anos, Ana Moura regressa com Moura, disco que dá continuidade à sua parceria com o reputado produtor norte-americano o norte-americano Larry Klein, cujo extraordinário currículo inclui gravações com Joni Mitchell, Herbie Hancock, Madeleine Peyroux ou Melody Gardot.
Continuando a trilhar um caminho que personaliza o seu fado como uma música aberta ao mundo e sintonizada com a contemporaneidade, Ana Moura é cada vez mais uma cantora incomparável e com esse talento raro de levar uma música com uma enorme tradição à convivência próxima de um público vasto, de todas as idades e de ouvidos despertos para canções que celebram a vida com uma sonoridade que só poderia existir hoje.
Moura, disco de platina em apenas duas semanas, volta a juntar a voz da fadista a alguns dos mais notáveis nomes de uma nova geração de compositores nacionais, casos de Pedro da Silva Martins e Luís José Martins (Deolinda), Miguel Araújo (Os Azeitonas), Márcia, Samuel Úria e Jorge Cruz (Diabo na Cruz). A este valoroso grupo de autores juntam-se ainda Pedro Abrunhosa, Carlos Tê, Edu Mundo e duas parelhas com África no horizonte – Kalaf Epalanga (Buraka Som Sistema) escreve para um original de Sara Tavares, enquanto o escritor José Eduardo Agualusa assina uma letra para um tema do também angolano Toty Sa'Med. Os poemas dos dois fados tradicionais ficam por conta de duas das grandes letristas do fado na actualidade: Manuela de Freitas e Maria do Rosário Pedreira.
Gonçalo Frota, fevereiro 2016

Músicos: Ana Moura (Voz), Ângelo Freire (guitarra portuguesa), Pedro Soares (viola de fado), André Moreira (baixo), João Gomes (teclado) e Mário Costa (bateria e percussão).

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Cinema na Casa das Artes | Novembro


Cinema na Casa das Artes
16 de novembro| Quarta | 21h30 | Grande Auditório
Entrada: 2 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 1 euro
FILME Café Society
Nova Iorque, anos 30. Apanhado entre pais em conflito, um irmão gangster e as jóias de família, Bobby Dorfman sente-se a asfixiar! Por isso, decidi tentar a sorte em Hollywood, onde o seu tio Phil e um poderoso agente de estrelas e concorda em contratá-lo como estafeta. Em Hollywood, Bobby não leva muito tempo a apaixonar-se. Infelizmente, o belo objeto dos seus amores não está livre e ele tem de se contentar com a sua amizade. Até ao dia em que ela chega a casa para lhe dizer que terminou com o namorado. De repente, as luzes acendem-se para Bobby e amor parece estar ali à mão...
Título Original: Café Society (EUA, 2016, 106 min)
Realização: Woody Allen
Interpretação: Jesse Eisenberg, Kristen Stewart, Blake Lively, Steve Carell, Parker Posey
Classificação: M/12

26 de novembro | Sábado | 18h00 e 21h30 | Grande Auditório
Entrada: 2 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 1 euro
Filme Jack Reacher: Nunca Voltes Atrás
Quando Susan Turner (Cobie Smulders), a Major do Exército que lidera a antiga unidade de investigação de Jack Reacher, é presa por traição, Jack Reacher, sabendo que ela é inocente, ajuda-a a fugir da prisão para descobrir a verdade por detrás de uma conspiração governamental ao mais alto nível. Em fuga, Reacher descobre um segredo do seu passado que lhe pode mudar a vida para
sempre.
Título Original: Jack Reacher: Never Go Back (EUA, 2016, 118 min)
Realização Edward Zwick
Interpretação: Tom Cruise, Cobie Smulders, Aldis Hodge, Danika Yarosh
Classificação: M/12

Casa das Artes e Envolvente | Novenbro

Casa das Artes e Envolvente

OPUS 3
Conceção e Produção: Companhia de Música Teatral
Coprodução: Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão
Esta peça é direcionada para crianças dos jardins de infância.
TER 15 de novembro 2016
Sessões: 10h30. 14h30
Local - Freguesia de Lousado; (EB Lousado)
QUA 16 de novembro 2016
Sessões: 10h30. 14h30
Local - Freguesia Calendário (Aguardo Confirmação).
QUI 17 de novembro 2016
Sessões: 10h30. 14h30
Local - Auditório António Gomes (Avidos) 

SEX 18 de novembro 2016
Sessões: 10h30. 14h30
Local - Pequeno Auditório da Casa das Artes
Teatro / Música
Máximo de 25 crianças sessão
Duração: 40 minutos (sem intervalo)
Valor: gratuito
Opus 3:
Linguagem principal: música (voz) e movimento; intérpretes: Carla Martins / Teresa Prima
Peça a Peça Itinerante - Opus 3
Concepção e Produção: Companhia de Música Teatral
Co-Produção: Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão
Direcção Artistica: Helena Rodrigues
Interpretação e co-criação: Carla Martins / Teresa Prima
Espaço cénico: António Dente
Apoio à direcção artística: Paulo Maria Rodrigues
Apoio vocal e à criação: Jorge Parente
Sensorialidades: a partir de Manual para a Construção de Jardins Interiores
Agradecimentos: João Maria André, Paulo Ferreira Rodrigues
Apoio: DGArtes, Fundação Calouste Gulbenkian/Germinarte, Bienal de Cerveira, Laboratório de Música e Comunicação na Infância do CESEM da FCSH – UNL

Opus 3 parte da ideia de que comunicar é, sobretudo, estar livre para escutar. Os materiais artísticos da obra Manual para a Construção de Jardins Interiores são transformados em musicalidades corporais e gestualidades cantadas, numa improvisação continuada na linguagem expressiva dos bebés. Que, como se sabe, está mais próxima da música e do mimo do que da fala propriamente dita. Opus 3 acontece a partir do impulso e da disponibilidade interior até chegar à afinação do momento, à harmonia do instante. O que é isto? O que se esconde, quem se transforma ? O que é isto ? Uma borboleta, um peixe, um bicho, uma noiva ? O que é isto ?

“Espreitar o Teatro em Família”
Traga os seus filhos, pais, avós e amigos e passe uma manhã animada e descontraída. Venha conhecer a Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão: percorra todas as áreas da Casa das Artes, mesmo aquelas às quais só os artistas tem acesso, vislumbre a exposição do Foyer da Casa das Artes. Ouça as histórias mais caricatas e entusiastas desta “aventura artística”, deste espaço artístico e cultural que celebra no presente ano o seu décimo quinto aniversário.
DOM 13 de novembro 2016
Sessões: 11h00
Local - Casa das Artes

“Morro de Amor”
Texto - Rui Alves Leitão
Encenação - Neusa Fangueiro
Interpretação - Alexandre Sá, Isabel Costa e Rui Alves Leitão
Coprodução - Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão e Fértil Associação Cultural e teatro Diogo Bernardes 
Teatro
Entrada gratuita à Lotação da sala 
Duração: 60 minutos (sem intervalo)
SEX 18 (Sexta) novembro 2016 
Sessões: 21h30
Local –  Arnoso Santa Maria;
SAB 19 (Sábado) novembro 2016
Sessões: 21h30
Local - Oliveira Santa Maria; (Salão Paroquial de Oliveira de Santa Maria).

Sinopse
Perto da aldeia há uma árvore com um pequeno banco, que de tão pequeno quando se sentam duas pessoas elas ficam muito juntas. Acredita-se que a árvore tem poderes. Essa árvore fica bem lá em cima, no Morro de Amores, como todos o chamam. Nesse morro sentem-se histórias de amor que se perpetuam no tempo.
O espetáculo “Morro de Amores” surge inspirado por conversas com um grupo sénior com quem a Fértil desenvolveu um projeto artístico e comunitário sobre o tema amor.

“One Man Alone”
Coprodução Teatro da Didascália e Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão
Criação, interpretação e cenografia: Bruno Martins
Direção: Sérgio Agostinho
Figurinos: Joaquim Azevedo
Desenho de luz e som: Bruno Martins e Valter Alves
Design Gráfico: Rui Verde
09 (Quarta) novembro 2016 | 14h00
Local - Freguesia de Vilarinho das Cambas; (EB 1 Vilarinho das Cambas).
23 (Quarta) novembro 2016 |14h00
Local - Freguesia do Louro; (EB1 do Louro).

Teatro
Duração: 60 m
Entrada gratuita à Lotação da sala
One man alone é um espetáculo a solo, literalmente a solo. Sem contracena, nem operador de luz nem som, o ator vê-se assim obrigado a prosseguir o seu espetáculo interpretando e operando ao mesmo tempo a própria luz que o ilumina e a música que acompanha a cena.
Tudo acontece numa padaria, naquelas horas da noite em que o padeiro faz pão e o resto do mundo sonha com ele. A ação desenrola-se através do jogo entre o padeiro rodeado por baguetes, papo seco, broas de milho, os seus instrumentos de trabalho e os sonhos que o fazem viajar pelo universo da imaginação e o catapultam para um mundo só seu, a altas horas da noite, e que o acompanham no amassar do pão. Talvez por uma necessidade de escape ele sonhe acordado. Talvez seja esse o fermento que faz crescer o seu pão.  
Todo o espetáculo assenta no virtuoso jogo físico do ator, na capacidade de se multiplicar nas várias personagens que dão vida às suas fantasias, nas várias funções do seu ofício, e na sua capacidade de surpreender através dum espetáculo onde a magia é aliada da simplicidade.

WHITE HAUS


WHITE HAUS
Musica | leftfield disco, west coast 80's electro
26 de novembro | Sábado| 23h30 | Café Concerto
Entrada: 6 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 3 Euros
M/6
Duração: 70 m
“White Haus, projecto a solo de João Vieira, conhecido também como DJ Kitten e como um dos mentores dos X-Wife, lançou 2º álbum de originais a 30 de Setembro.
Depois de em 2013 se estrear com um EP homónimo de clara inspiração disco-punk e de, no ano seguinte, ter editado o seu primeira longa-duração, The White Haus Album, eis que chega Modern Dancing.
O álbum foi comp
osto em estúdio, trabalhado na sala de ensaio com banda e depois gravado e misturado na Meifumado por Zé Nando Pimenta, “é um disco mais orgânico, menos lo-fi e menos sombrio que o anterior. O disco emana uma energia mais positiva e mais alegre.”

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Bácoro | Teatro da Palmilha Dentada na Casa das Artes de Famalicão


Bácoro
Teatro da Palmilha Dentada
Uma Coprodução Teatro da Palmilha Dentada, Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, Teatro Nacional S. João.
19 de novembro| sábado | 21h30 | Grande Auditório
Entrada: 8 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 4 Euros
M/16
Duração: 70 min

Sinopse:
Homens e porcos: uma história feita de amor e violência, triunfos e matanças, metáforas antitotalitárias e bifanas, mas também de uma curiosa descoberta científica, que revelou a existência de similitudes genéticas entre as duas espécies animais. Bácoro – a segunda co-produção do Teatro da Palmilha Dentada com o TNSJ, depois do já longínquo A Cidade dos Que Partem (2009) – brinca com algumas destas referências e acrescenta um capítulo a esta saga milenar. Começa com a candura de uma fábula infantil – a chegada de um saltimbanco a uma aldeia, na companhia de um porco amestrado –, mas depressa nos conduz para um lugar mais escuro, perigoso, claustrofóbico. Bácoro resulta de uma parceria do dramaturgo e encenador Ricardo Alves com a artista plástica e cenógrafa Sandra Neves, cujos desenhos e esculturas foram o ponto de partida desta criação que agora se estreia no Teatro Carlos Alberto. Em palco, os atores Ivo Bastos, Nuno Preto e Rui Oliveira contracenam com marionetas, dando corpo a uma espécie de alegoria suína sobre as dores e as alegrias de sermos humanos.
Ficha técnica:
Texto: Ricardo Alves e Sandra Neves
Encenação: Ricardo Alves
Direção plástica: Sandra Neves
Música original: Carlos Adolfo
Figurinos: Inês Mariana Moitas
Desenho de luz: Pedro Vieira de Carvalho, Emanuel Pina
Interpretação: Ivo Bastos, Nuno Preto, Rui Oliveira
Coprodução: Teatro da Palmilha Dentada, Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, Teatro Nacional S. João

CONFESSIONS FROM THE SOUTH | SANDY KILPATRICK & THE ORIGINS BAND + “After-show” JOHN & DAN | Dan Kaufman   Guitarra John Bollinger Bateria

CONFESSIONS FROM THE SOUTH | SANDY KILPATRICK & THE ORIGINS BAND
“O álbum é uma coleção de 10 músicas inspiradas na dramática beleza da paisagem portuguesa, de Sagres a Montalegre. A primeira música a ser lançada é “The Delphic Oracle” a homenagem de Sandy a Famalicão, e mais especificamente à Casa das Artes…”
12 de novembro| sábado | 21h30 | Grande Auditório
Entrada (para os dois concertos à lotação da Salas): 10 EUROS / Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 5 Euros
M/6 | Duração: 80 min
+
"After-show”
JOHN & DAN |Dan Kaufman Guitarra John Bollinger Bateria
12 de novembro| sábado | 23h00 | Café Concerto

M/6 | Duração: 60 min
http://barbez.com/johndan.html
Sandy Kilpatrick está a entrar numa nova, rica e criativa fase da sua vida com a colaboração de alguns excelentes músicos famalicenses, para um álbum inspirado em Portugal: “Confessions from the South”. O álbum é uma coleção de 10 músicas inspiradas na dramática beleza da paisagem portuguesa, de Sagres a Montalegre. A primeira música a ser lançada é “The Delphic Oracle” a homenagem de Sandy a Famalicão, e mais especificamente à Casa das Artes. Nas próprias palavras:
"A arte, poesia, teatro, música e performance ao vivo têm sido os fundamentos da minha vida, tanto como fã ou como artista. Após gravar “The Delphic Oracle”, embora originalmente inspirado por crescer na minha primeira cidade natal na Escócia, tornou-se claro para mim que era uma homenagem à minha cidade “natal” em Portugal, e uma demonstração da minha gratidão ao crescimento que a Casa das Artes me tem permitido como artista, proporcionando-me, de forma consistente, uma plataforma para a minha música e arte. É importante reconhecer que podemos apenas florescer com o apoio de uma rede ou de uma comunidade saudável à nossa volta. Somos realmente abençoados quando é este o caso”.
“Confessions from the South” será lançado em Março de 2017, mas estamos orgulhosos por participar no seu desenvolvimento, como co-produtores, e também por apresentar este lindo e inspirador “work-in-progress”. O projeto de iluminação para o espetáculo vai estar nas mãos de um dos principais designers do país; Fred Rompante, que tem viajado o mundo com Ana Moura, e trabalhou com Deolinda, Peixe Avião, Pedro Abrunhosa, Linda Martini e muitos outros.
A convite de Sandy, a noite vai terminar com um “after-show” de JOHN & DAN, duo norte-americano de Brooklyn, amigos e colaboradores de longa data de Sandy. O “after-show” será no Café-concerto da Casa das Artes de Famalicão.
O escritor francês Antoine de Saint-Exupéry escreveu uma vez: "A perfeição é atingida, não quando não há mais nada a acrescentar, mas quando não há mais nada para tirar", essa busca levou à formação de JOHN & DAN, um novo duo que nasceu da banda avant-rock experimental Barbez (Tzadik, Important Records). JOHN & DAN são Dan Kaufman, compositor e fundador de Barbez, nas guitarras e John Bollinger, baterista de longa data de Barbez, no vibrafone, baixo e bateria. Atualmente, JOHN & DAN, estão a trabalhar no seu álbum em Brooklyn com o lendário produtor e engenheiro Martin Bisi. O duo explora um vasto terreno sonoro, que tanto abrange a ternura como a ferocidade.
Por outras palavras, esta é uma noite a não perder.
Músicos:
Sandy Kilpatrick – Voz e Guitarras
André Silvestre – Piano
Edgar Ferreira – Guitarras
Pedro André – Contrabaixo
José Barroso - Trompete
Pedro Gonçalves de Oliviera – Bateria
Coro: Gabriela Braga Simões, Eva Braga Simões, Luis Toscano
Ballerinas: Inês Kilpatrick, Marta J. Guimarães, Filipa Costa
Convidados: Inês Kilpatrick., Dan Kaufman, John Bollinger
Lighting Design: Fred Rompante
Sound: Bruno Marques

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

VIVALDI + PIAZZOLLA: OITO ESTAÇÕES


VIVALDI + PIAZZOLLA: OITO ESTAÇÕES
Antonio Vivaldi Quatro Estações
Astor Piazzolla Quatro Estações Portenhas (arr. L. Desyatnikov)
Alejandro Galindo Direção
Pedro Carneiro Violino
ORQUESTRA Câmara ANDALUZA
Musico Erudita
11 de novembro | sexta-feira | 21h30 | Grande auditório
Entrada: 10 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 5 Euros
duração 90 min (com 10min de intervalo)
classificação etária M/6
Tal como o nascer e o pôr-do-sol, também a estações do ano se mostram sempre diferentes; mais ainda quando são motivo de inspiração para compositores tão distantes no tempo e no espaço. Como seriam os verões na primeira metade do século XVIII em Veneza? E as primaveras nos anos sessenta em Buenos Aires? Em resposta a perguntas como estas, propõe-se neste concerto um confronto épico entre dois grandes músicos de diferentes estilos e épocas; um confronto de resultados imprevisíveis, mas certamente complementares. De um lado, a luxuriante sonoridade barroca de Vivaldi, os célebres quatro concertos com nomes de estações. Do outro, a nostálgica volúpia reminiscente do tango argentino, desta vez com o violino substituindo o acordeão, pelo violinista Pedro Carneiro.

PRELÚDIO a mulher selvagem – ESTREIA na Casa das Artes de Famalicão


PRELÚDIO a mulher selvagemESTREIA

Coprodução Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão e Teatro da Didascália e Centro Cultural Vila Flor
Teatro
3, 4, 5 de novembro| quinta, Sexta e sábado |21h30| Grande Auditório
Entrada: 8 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 4 Euros
M/12
Duração: 60 m
Prelúdio: subs. masc.; ato ou exercício preliminar; peça que serve de introdução a uma obra musical; o que vem antes; aquilo que anuncia, que prevê; INDÍCIO, PRENÚNCIO, SINAL
Prelúdio é um grito interior, visceral mesmo, que aponta diretamente à natureza selvagem das mulheres.
A peça é uma performance poética que nos revela um emaranhado de simbolismos, de arquétipos, reacendendo no nosso inconsciente a crença no poder intuitivo e sobrenatural das mulheres, intimamente ligado à natureza e aos ciclos de morte e renovação. 
Reprimido por todo um conjunto de convenções sociais, religiosas e por uma sociedade dominada pelo homem, o ser selvagem primitivo das mulheres é, nesta peça, libertado na forma de um poema cantado e contado, uma espécie de grito melódico onde ecoam os instintos mais profundos da natureza feminina.
A bela e sensível composição musical, aliada à narração oral, enlaça as histórias da peça e toca o nosso íntimo. Ao ouvi-la, somos como que abalados por um turbilhão de imagens e emoções guardadas na voz de quem a canta e conta, e no íntimo de quem a escuta. Esta é a chave para transportar o público numa viagem sensitiva, quase hipnótica, rumo às profundezas da memória emocional de cada espetador.  
Um espectáculo entretecido com fios colhidos na memória coletiva, tendo a tradição oral como fonte primordial dos materiais para esta construção: arquétipos, símbolos, rituais - a essência humana dita e retornada.
“Prelúdio” é uma viagem profundamente emocional. Um exercício de renovação e de recuperação da mulher selvagem que existe dentro de cada um de nós. Mesmo dos homens.

Ficha técnica
Encenação: Bruno Martins
Interpretação: Catarina Gomes, Cláudia Berkeley, Daniela Marques
Pesquisa e Apoio Dramatúrgico | Técnicas de narração oral: Patrícia Amaral
Composição e Direção Musical: Rui Souza
Cenografia e Figurinos: Sandra Neves
Desenho de Luz: Valter Alves
Confeção de Figurinos: Joaquim Azevedo
Consultoria Científica: José Joaquim Dias Marques, Paulo Correia
Produção: Ludmila Teixeira
Coprodução: Teatro da Didascália | Casa das Artes de V. N. de Famalicão | Centro Cultural Vila Flor
Estrutura financiada por: Direção geral das Artes | Secretaria de Estado da Cultura
Agradecimentos: Maria de Lurdes Martins; CEAO (Centro de Estudos Ataíde de Oliveira – Universidade do Algarve), Kiara Maria; Maria do Carmo

terça-feira, 11 de outubro de 2016

Exposição de Pintura Martinho Dias na Casa das Artes, Novembro e Dezembro de 2016.


Exposição de Pintura Martinho Dias
Titulo: "A Corja"
Casa das Artes, Foyer de 5 novembro (inauguração – sábado 17h00) a 31 de dezembro.
A CORJA - pintura de Martinho Dias
CASA DAS ARTES de V. N. de Famalicão
“A CORJA”, que agora se apresenta na Casa das Artes não pretende ser uma ilustração da vasta obra de Camilo Castelo Branco, mas, antes, o resultado do cruzamento da temática camiliana com a contemporaneidade – a nossa. Por outras palavras – esta exposição será uma mestiçagem de olhares entre os de um escritor e os de um pintor. Apesar do tempo que nos separa, a obra de Camilo permanece atual e, entretanto, mais um anjo acaba de cair.
Cada tela poderá ser vista como um dos lugares do grande carrossel ou como uma das peças da engrenagem circular que tenta, inglória, alcançar uma visão globalizante da sociedade – quer da do século XIX, quer da nossa.
Martinho Dias / Setembro 2016

Casa das Artes e Envolvente | Opus 3 estreia | “Espreitar o Teatro em Família” | “Morro de Amor” .


Casa das Artes e Envolvente

OPUS 3 Estreia

Conceção e Produção: Companhia de Música Teatral

Coprodução: Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão

Esta peça é direcionada para crianças dos jardins de infância.

TER 18 de Outubro 2016

Sessões: 10h30. 14h30

 Local  - Escola EB1/ JI de Cruz

QUA 19 de Outubro 2016

Sessões: 10h30. 14h30

 Local - Centro Escolar de Antas

QUI 20 de Outubro 2016

Sessões: 10h30. 14h30

Local - Auditório António Gomes (Avidos)

SEX 21 de Outubro 2016

Sessões: 10h30. 14h30

 Local - Pequeno Auditório da Casa das Artes

Teatro / Música

 Máximo de 25 crianças sessão

 Duração: 40 minutos (sem intervalo)

 Valor: Gratuito

Opus 3:
Linguagem principal: música (voz) e movimento; intérpretes: Carla Martins / Teresa Prima
Peça a Peça Itinerante - Opus 3
Concepção e Produção: Companhia de Música Teatral
Co-Produção: Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão
Direcção Artistica: Helena Rodrigues

Interpretação e co-criação: Carla Martins / Teresa Prima

Espaço cénico: António Dente

Apoio à direcção artística: Paulo Maria Rodrigues
Apoio vocal e à criação: Jorge Parente
Sensorialidades: a partir de Manual para a Construção de Jardins Interiores
Agradecimentos: João Maria André, Paulo Ferreira Rodrigues
Apoio: DGArtes, Fundação Calouste Gulbenkian/Germinarte, Bienal de Cerveira, Laboratório de Música e Comunicação na Infância do CESEM da FCSH – UNL

Opus 3 parte da ideia de que comunicar é, sobretudo, estar livre para escutar. Os materiais artísticos da obra Manual para a Construção de Jardins Interiores são transformados em musicalidades corporais e gestualidades cantadas, numa improvisação continuada na linguagem expressiva dos bebés. Que, como se sabe, está mais próxima da música e do mimo do que da fala propriamente dita. Opus 3 acontece a partir do impulso e da disponibilidade interior até chegar à afinação do momento, à harmonia do instante. O que é isto? O que se esconde, quem se transforma ? O que é isto ? Uma borboleta, um peixe, um bicho, uma noiva ? O que é isto ? 

 “Espreitar o Teatro em Família”

Traga os seus filhos, pais, avós e amigos e passe uma manhã animada e descontraída. Venha conhecer a Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão: percorra todas as áreas da Casa das Artes, mesmo aquelas às quais só os artistas tem acesso, vislumbre a exposição do Foyer da Casa das Artes. Ouça as histórias mais caricatas e entusiastas desta “aventura artística”, deste espaço artístico e cultural que celebra no presente ano o seu décimo quinto aniversário.

DOM 23 de Outubro 2016

Sessões: 11h00

 Local - Casa das Artes
 

“Morro de Amor”

Texto - Rui Alves Leitão

Encenação - Neusa Fangueiro

Interpretação -  Alexandre Sá, Isabel Costa e Rui Alves Leitão

Coprodução - Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão e Fértil Associação Cultural e teatro Diogo Bernardes

Teatro

 Entrada gratuita à Lotação da sala

 Duração: 60 minutos (sem intervalo)

SEX 28 de outubro 2016

Sessões: 21h30

 Local – Salão Polivalente de Cavalões

SAB 29 de outubro 2016

Sessões: 21h30

 Local - Salão Paroquial de Ribeirão

Sinopse

Perto da aldeia há uma árvore com um pequeno banco, que de tão pequeno quando se sentam duas pessoas elas ficam muito juntas. Acredita-se que a árvore tem poderes. Essa árvore fica bem lá em cima, no Morro de Amores, como todos o chamam. Nesse morro sentem-se histórias de amor que se perpetuam no tempo.

O espetáculo “Morro de Amores” surge inspirado por conversas com um grupo sénior com quem a Fértil desenvolveu um projeto artístico e comunitário sobre o tema amor.


Close-up – Observatório de Cinema de Vila Nova de Famalicão 1.º episódio de 27 a 30 de outubro na Casa das Artes de Famalicão | 15 anos


Close-up – Observatório de Cinema de Vila Nova de Famalicão

1.º episódio de 27 a 30 de outubro na Casa das Artes de Famalicão

O nome do Observatório de Cinema de Vila Nova de Famalicão toma de empréstimo o título do filme Close-Up do cineasta iraniano Abbas Kiarostami. Ao mesmo tempo que constitui uma homenagem sentida, assume com esta designação uma dupla perspetiva. Por um lado, explicita uma ideia de diálogo e aproximação à atmosfera cinematográfica que nos projeta, representa e questiona globalmente. Por outro, valoriza dentro desse contexto o espaço de fricção e interação criativa entre a ficção e o real, um traço distintivo e incontornável do cinema de Abbas Kiarostami. Procuramos fazer, de modo análogo, um cruzamento entre a persistência vivencial que molda a nossa identidade e consciência individual e coletiva e a sua persistência imagética enquanto experiência fílmica. A memória emergiu, assim, naturalmente como resultante estrutural desta primeira edição do Observatório de Cinema. Da memória real ou ficcional à sua persistência fusional na retina.

A noite e o nevoeiro de 70 anos de imagens do Holocausto protagoniza a secção Paisagens Temáticas, díspares abordagens, descendentes da oralidade de Shoah de Lanzmann, das suas narrativas e memórias. Uma família em Tóquio é uma das possibilidades para o cruzamento do clássico (e iconoclasta) Ozu e um dos mestres dos Studio Ghibli, Isao Takahata: são Histórias do Cinema. É também de memória que se alimenta a Fantasia Lusitana, com duas subsecções de produção portuguesa: filmes diarísticos (muitas vezes em família), pouco apresentados fora do contexto dos festivais, aventureiros no deambular entre ficção e documentário e que procuram mostrar outro país; com a morte do gigante Oliveira ainda a planar sobre as nossas cabeças, três obras que exploram afinidades electivas, com mais dois protagonistas: João Bénard da Costa e João Botelho.

A filmografia do pernambucano Gabriel Mascaro, em grande parte em estreia em Portugal (já esteve a concurso no IndieLisboa, onde também foi apresentado Boi Néon), que já conheceu passagens pelos Festivais de Veneza e Locarno, será o foco da secção Cinema Mundo. Nunca nos curamos da nossa infância, ouve-se durante A Toca do Lobo (filme da secção Fantasia Lusitana), que serve de mote para agrupar e analisar filmes sob a temática da Infância e Juventude. Este Observatório de Cinema pretende estimular um forte vínculo com a comunidade, com Sessões para Famílias, e em particular com a população estudantil, com Cinema Para as Escolas, de todos os graus de ensino e em especial para os alunos do audiovisual, em articulação com o Plano Nacional do Cinema.

Haverá também espaço para Extrapolações: imagens em movimento fora sala de cinema, com a instalação vídeo Chant Portraits de Luciana Fina (1 a 31 de Outubro no foyer), concebida para o Festival Temps d’Images; um filme-concerto na sessão de abertura com Buster Keaton (O Marinheiro de Água Doce) musicado pelo quinteto de Bruno Pernadas; e no café-concerto, a partir da meia noite há DJ Close-up: bandas sonoras em diálogo com histórias do cinema.

Na Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, 25 sessões comentadas ao longo de 4 dias de programação intensa, com réplicas que se anunciam espaçadas de 2 meses: Que Viva o Cinema!

Bilheteira geral

Geral: 2 euros e Cartão quadrilátero: 1 euro

Entrada livre: estudantes, seniores, associados de cineclubes

SESSÃO DE ABERTURA - 27 de Outubro (21h45, GA)
Marinheiro de Água Doce de Buster Keaton _ Filme-Concerto por BRUNO PERNADAS -

Músico e compositor multifacetado, Bruno Pernadas desenvolveu diversos projetos desde muito cedo. Formado em guitarra clássica e em jazz, Pernadas criou, em 2008, o Jazz Ensemble, depois renomeado “When we left Paris”. Editou recentemente "Those who throw objects at the crocodiles will be asked to retrieve them", o seguimento da sua primeira investida em nome próprio depois do aclamado trabalho "How can we be joyful in a world full of knowledge?". Compostos e produzidos pelo músico, estes discos contam com a participação de intérpretes de diversos grupos, como Julie & The Carjackers, Tape Junk, You Can’t Win, Charlie Brown e Minta & The Brook Trout. A música de Pernadas é uma viagem pela sonoridade do jazz, space-age-pop, música folk, world music, electrónica, rock psicadélico ou landscape em que tudo parece desenhado na perfeição.

Marinheiro de Água Doce Como todos os grandes actores do cinema burlesco, Buster Keaton anda sempre às voltas com os objectos, desta vez num barco que desce um grande rio americano. "Steamboat Bill Jr." é a história de um marinheiro desajeitado que tenta ajudar o pai e acaba por se apaixonar pela filha do comandante de um barco rival. Depois de muitas confusões, tudo acabará com uma autêntica batalha naval. Destaque ainda para a fabulosa sequência do furacão, verdadeiro "tour de force" que é um dos pontos altos do cinema de Keaton.

Título original: Steamboat Bill, Jr. (Ficção, EUA, 1928, 66 min)
Realização: Charles Reisner, Buster Keaton
Interpretação: Buster Keaton, Tom McGuire, Ernest Torrence
Argumento: Carl Harbaugh, Buster Keaton
Produtor Executivo: Joseph M. Schenck
Fotografia:
Bert Haines, Devereaux Jennings
Montagem: Sherman Kell
Distribuição: United Artists
Estreia: 12 de Maio de 1928 (EUA), 18 de Novembro de 1929 (Portugal)
Classificação: M/6

Índice

[1] PAISAGENS TEMÁTICAS: Noite e Nevoeiro – 70 anos de Imagens do Holocausto
[2] Histórias do Cinema: Yasujiro Ozu + Isao Takahata: Uma Família em Tóquio
[3] FANTASIA LUSITANA
3.1
Filmes Diarísticos / Aventureiros na Linguagem
3.2
Afinidades Electivas: Bénard da Costa, Manoel de Oliveira e João Botelho
[4]
CINEMA MUNDO: Gabriel Mascaro
[5] InfÂncia E JUVENTUDE: Nunca nos curamos da nossa infância
[6]
CINEMA PARA AS ESCOLAS
Com a participação do Agrupamento de Escolas de Camilo Castelo Branco (1.º, 2 e 3.º ciclos e alunos do audiovisual); Faculdade de Arquitectura da Universidade Lusíada (Famalicão e Porto)
[7] CINEMA PARA FAMILIAS

dia 1, 27 de Outubro



(10h00, GA) A Flor do Equinócio de Yasujiro Ozu _ [2] / [6]
(sessão para escolas do audiovisual e para o público, comentada por David Pinho Barros)
(15h00, PA) Filminhos + Oficina de Animação _ [6]

(sessão para escolas do 1.º ciclo)

(18h00, PA) Campo de Flamingos sem Flamingos de André Príncipe _ [3]
(sessão comentada por André Príncipe e Vasco Câmara)



(21h45, GA) - SESSÃO DE ABERTURA [8.2]

Marinheiro de Água Doce de Buster Keaton _ Filme-Concerto por BRUNO PERNADAS

Título original: Steamboat Bill, Jr. (Ficção, EUA, 1928, 66 min)

Classificação: M/6

Músico e compositor multifacetado, Bruno Pernadas desenvolveu diversos projetos desde muito cedo. Formado em guitarra clássica e em jazz, Pernadas criou, em 2008, o Jazz Ensemble, depois renomeado “When we left Paris”. Editou recentemente "Those who throw objects at the crocodiles will be asked to retrieve them", o seguimento da sua primeira investida em nome próprio, depois do aclamado trabalho "How can we be joyful in a world full of knowledge?". Compostos e produzidos pelo músico, estes discos contam com a participação de intérpretes de diversos grupos, como Julie & The Carjackers, Tape Junk, You Can’t Win, Charlie Brown e Minta & The Brook Trout. A música de Pernadas é uma viagem pela sonoridade do jazz, space-age-pop, música folk, world music, electrónica, rock psicadélico ou landscape em que tudo parece desenhado na perfeição.

Marinheiro de Água Doce Como todos os grandes actores do cinema burlesco, Buster Keaton anda sempre às voltas com os objectos, desta vez num barco que desce um grande rio americano. "Steamboat Bill Jr." é a história de um marinheiro desajeitado que tenta ajudar o pai e acaba por se apaixonar pela filha do comandante de um barco rival. Depois de muitas confusões, tudo acabará com uma autêntica batalha naval. Destaque ainda para a fabulosa sequência do furacão, verdadeiro "tour de force" que é um dos pontos altos do cinema de Keaton.
(23h00, GA) Ventos de Agosto de Gabriel Mascaro _ [4]
(sessão comentada por Vasco Câmara)

(0h00, Café-concerto) DJ Close-up: Vicente Pinto Abreu


dia 2, 28 de Outubro



 (10h00, GA) Gesto de António Borges Correia _ [4] / [6]

(sessão para escolas do 2.º e 3.º ciclos e para o público, comentada por António Borges Correia e Elsa Mendes)

(15h00, GA) A Infância de Ivan de Andrei Tarkovski _ [4] / [6]

(sessão para escolas do audiovisual e para o público, comentada por Manuel Sarmento)

(16h00, PA) In Medias Res de Luciana Fina _ 28 de Outubro _ [3] / [6]

(sessão para a Faculdade de Arquitectura da Universidade Lusíada e para o público, comentada por Luciana Fina e Pedro Oliveira
(18h00, PA) Gipsofila de Margarida Leitão  _ [3]
(sessão comentada por Luís Mendonça e Margarida Leitão)
(21h30, PA) Treblinka de Sérgio Trefaut + Filho de Saul de László Nemes [1]
(sessão comentada por Elena Piatok e Sérgio Trefaut)



Titulo Original: Treblinka (Ficção, Portugal, 2016, 61 min)

Classificação: M/14
“Eu sinto que todos os comboios vão dar a Auschwitz, Dachau e Treblinka”. Uma viagem pela memória que funde passado com presente. Esta é a proposta do mais recente filme de Sérgio Tréfaut (realizador de Lisboetas, prémio de Melhor Filme Português no IndieLisboa). Percorrendo os caminhos férreos que ligam hoje Polónia, Rússia e Ucrânia, Tréfaut encontra pistas de um passado que resiste ao slogan do pós-guerra: “Nunca mais”. Não, “Tudo está a acontecer outra vez”. Os comboios ainda vão dar a…

Título original: Son of Saul (Ficção, Hungria, 2015, 100 min.)

Classificação: M/16


Outubro de 1944, Auschwitz-Birkenau. Saul Ausländer é um membro húngaro do Sonderkommando, o grupo de prisioneiros judeus isolados do campo de concentração e forçados a dar apoio aos Nazis no processo de extermínio em larga escala. Durante os trabalhos num dos crematórios, Saul descobre o corpo de um rapaz que ele reconhece como sendo o seu filho. Enquanto os Sonderkommando planeiam uma revolta, Saul fica obcecado com uma missão impossível: salvar o corpo do rapaz de uma autopsia e encontrar  um rabino para lhe recitar as orações Kaddish e realizar o funeral. Grande Prémio do Júri no Festival de Cannes 2015 e Óscar de Melhor Filme Estrangeiro da edição de 2016.

(21h45, GA) Boi Neon de Gabriel Mascaro _ [4]
(sessão comentada por Américo Santos)

(0h00, Café-concerto) DJ Close-up: Hugo Romão

 Dia 3, 29 de Outubro

(15h00, PA) A Grande Batalha dos Guaxinins de Isao Takahata _ [2] / [7]
(sessão para famílias, de temática ambiental, comentada por Manuela Araújo)

(16h00, GA) Bom Dia de Yasujiro Ozu _ 29 de Outubro [2] / [5]
(sessão comentada por Luís Mendonça)

(17h45, GA) Hannah Arendt de Margarethe Von Trotta _ [1]
(sessão comentada por Clara Ferreira Alves)

 (18h00, PA) Rio Corgo de Maya Kosa e Sérgio da Costa _  [3]
(sessão comentada por Nuno Sena)

(21h30, GA) O ORNITÓLOGO de João Pedro Rodrigues _ Sessão Especial
(sessão comentada por João Pedro Rodrigues)

Título original: O Ornitólogo (Ficção, Portugal, Brasil, 2015, 115 min.)

Classificação: M/16

Fernando, um ornitólogo de cerca de quarenta anos, desce um rio em caiaque, na esperança de encontrar as raras Cegonhas pretas. Absorvido pela imponência da paisagem, deixa-se surpreender pelos rápidos e é engolido pela fúria das águas. Nesta viagem pelo rio Fernando acaba por ser confrontado por todos os seus medos e demónios. A fé leva-o a fazer desta viagem uma descida de rio em que nunca mais nada será igual. Um Rio Sem Retorno.
(21h45, PA) Avenida Brasília Formosa de Gabriel Mascaro _ [4]
(sessão comentada por Américo Santos)


(0h00, Café-concerto) DJ Close-up: Eduardo Morais apresenta Tecla Tónica
Dia 4, 30 de Outubro

(15h00, PA) Curtinhas – Premiados no Curtas de Vila do Conde 2016 _ [7]

(16h00, PA) Memórias de Ontem de Isao Takahata _ [2] / [5]
(sessão comentada por David Pinho Barros e Luís Mendonça)

(16h00, GA) João Bénard da Costa: Outros Amarão as Coisas Que Eu Amei de Manuel Mozos _  [3] (sessão comentada por Manuel Mozos e Pedro Mexia)

(18h00, GA) Visita ou Memórias e Confissões de Manoel de Oliveira  [3]
(sessão comentada por Pedro Mexia)

Titulo Original: Visita ou Memórias e Confissões (Documentário, Portugal, 1982, 68min)

Classificação: M/12

“Uma casa é uma relação íntima, pessoal, onde se encontram as raízes”, “a meu pedido, a Agustina fez um texto, muito bonito, a que chamou Visita. E eu acrescentei-lhe algumas reflexões sobre a casa e sobre a minha vida” (Manoel de Oliveira).

Filme autobiográfico sobre a vida e a casa de Manoel de Oliveira (1908-2015). A partir de memórias e confissões, este documentário póstumo, rodado no ano de 1982, depois de Francisca, sob a condição de ser apresentado somente depois de sua morte, relata a importância que essa residência teve na vida do realizador.

(21h45, GA) O Cinema, Manoel de Oliveira e Eu de João Botelho [3]
(sessão comentada por João Botelho)

(21h45, PA) O Homem Decente  de Vanessa Lapa _ [1]
(sessão comentada por Elena Piatok)

 Informação completa:


quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Milagre no Rio Hudson - Cinema na CA de Famalicão


8 de outubro| |sábado 18h00 e 21h30 | Grande Auditório
Entrada: 2 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 1 euro

FILME - Milagre no Rio Hudson
Título original: Sully (EUA, 2016, 96 min)
De: Clint Eastwood
Com: Tom Hanks, Anna Gunn, Laura Linney, Aaron Eckhart, Autumn Reeser
Clint Eastwood filma a história verídica de Chesley “Sully” Sullenberger, o piloto de aviação que, em 2009, aterrou de emergência no rio Hudson, em Nova Iorque, e evitou que 155 pessoas morressem. No papel do homem que se tornou um herói americano após esse evento está Tom Hanks, que nunca tinha trabalhado com Eastwood, quer como actor ou realizador. Anna Gunn (de "Breaking Bad"), Laura Linney e Aaron Eckhart compõem o resto do elenco.
Distribuidor - NOS Audiovisuais

YOU CAN’T WIN, CHARLIE BROWN na CA de Famalicão.


YOU CAN’T WIN, CHARLIE BROWN 
Musica
22 de outubro | Sábado| 21h30 | Grande Auditório
Entrada: 6 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 3 Euros
M/6
Duração: 70 m
www.youcantwincharliebrown.com
You Can't Win, Charlie Brown surgiram em 2009 com Afonso Cabral, Salvador Menezes e Luís Costa, passando rapidamente a sexteto com a entrada de David Santos (Noiserv) e, por fim, Tomás Franco de Sousa e João Gil (Diabo na Cruz e Vitorino Voador). Quase dois anos e meio depois da edição de “Diffraction/Refraction”, a banda regressa em Setembro com “Marrow”, o terceiro disco de originais de onde foi extraído o tema “Above the Wall”.
“Above the Wall” desvenda já um pouco do caminho seguido neste novo registo do grupo, no qual as tendências folk e as guitarras acústicas passaram para segundo plano, dando lugar a uma nova sonoridade mais eléctrica e, por vezes, até mais dançável. O disco foi gravado no estúdio HAUS, por Fábio Jevelim, Makoto Yagyu e Miguel Abelaira e misturados por Luís Nunes, também conhecido por Benjamim, colaborador de longa data dos You Can't Win, Charlie Brown.

Meu Deus! - Com Irene Ravache e Ricardo Pereira nos 15 anos da Casa das Artes de Famalicão



Meu Deus!
Com Irene Ravache e Ricardo Pereira.
Texto de Anat Gov e direção de Elias Andreato
Teatro
13 a 16 de outubro | quinta a sábado 21h30 | Domingo 17h00 | Grande Auditório
Entrada: 20 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 10 Euros

M/12Duração: 90 min
Sinopse “Meu Deus”
Ricardo Pereira e Irene Ravache encabeçam o elenco desta peça da dramaturga israelita Anat Gov.
“Oh my God”, título original, é um texto espirituoso, com diálogos ágeis e muito atuais, mesmo que aparentemente improváveis.
Deus (Ricardo Pereira), o próprio, resolve recorrer à ajuda de uma psicóloga (Irene Ravache) por se encontrar muito deprimido. Mesmo tocando em assuntos eventualmente sensíveis, o espectáculo é uma comédia que tem feito sucesso nos diversos países por onde já foi encenado.
Por mais fantasiosa que a história nos pareça, plateias do mundo inteiro acreditam e envolvem-se - o público surpreende-se, ri, compactua e emociona-se com este encontro e com o turbilhão desentimentos que ele vai gerar na vida da psicóloga Ana, na relação desta com o seu filho (José Lobo), um autista já adulto com quem Ana mantém uma relação especialmente emocional, e sobretudo na vida de todos os que assistam a este improvável e inusitado encontro.
Elenco
IRENE RAVACHE, RICARDO PEREIRA E JOSÉ LOBO
Ficha técnica
Encenação ELIAS ANDREATO
Adaptação JORGE SCHUSSHEIM
Versão CÉLIA FORTE
Produção PLANO 6


quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Justiça de Camilo Castelo Branco pela Companhia de Teatro de Braga no Centro de Estudos Camilianos.




Justiça de Camilo Castelo Branco
Companhia Teatro de Braga
Teatro
7 de outubro | sexta-feira | 21h30 | Centro de Estudos Camilianos
Entrada: Entrada gratuita (no limite dos lugares disponíveis)
duração 90’ (c/ aproximadamente 15’ de intervalo)
classificação etária M/12

No contexto da obra camiliana a vertente dramática é a que tem merecido menos apreço da crítica literária, contudo, se analisarmos com atenção, veremos que aí estão as forças motrizes da produção novelística do Autor. O melodrama histórico; o melodrama burguês, (onde se insere Justiça) e a comédia, dão nota cabal das preocupações éticas e filosóficas do autor, do seu modo de encarar o mundo e o país, os costumes e a realidade circundante, num contexto quase sempre autobiográfico.
Em Justiça estamos num olhar peculiar sobre a sociedade e os costumes.” De um lado a utopia de uma sociedade que deveria nobiliar-se pela honra e pelo trabalho, a apologia do self-made man que, saído da pobreza, conquistará o seu espaço com probidade. Na trincheira oposta, os homens de mármore, corações empedernidos, adoradores do bezerro de ouro numa sociedade em que o homem era o lobo do homem. De um ângulo, o frémito social e tribunício espelhava as aspirações de uma classe em luta contra a aristocracia empobrecida e decadente, a viver a glória enferrujada de seus brasões. Do outro, o combate ao argentarismo sem entranhas do capital especulativo que visava impor a essa mesma burguesia, um modelo ético que a dignificasse.”

Justiça, um dos pilares do estado de direito e tema central de análise sobre a qualidade da democracia na sociedade contemporânea.
Em JUSTIÇA vemos a honradez de um pai que assistindo ao ultraje da sua filha decide fazer Justiça por sua própria mão:
….Fernando (o pai) para a autoridade: diga-me: os infames desta ordem como são punidos em
Portugal?
Administrador de Justiça: O crime de rapto tem penas designadas no código penal segundo as circunstâncias.
Fernando: Poucas palavras a uma pergunta simples… Há uma forca? Um pai, rico ou pobre, pode levar à forca o malvado que lhe atira aos pés o cadáver desonrado de sua filha?
Administrador: isso decide-se nos tribunais. Mediante um processo.
Fernando: É muito demorado esse processo?
Administrador: tem os trâmites da lei, testemunhas, depoimentos, provas, um juiz enfim.
Fernando: que provas senhor? O que são aqui as provas? Quem vem depor a tribunal contra este homem? É essa mulher que aí está dentro agonizando?
Administrador: Não sei… o preso é amanhã entregue ao crime, e seja-lhe V. Sª parte.
Fernando, engatilhando a pistola: eu não parte, sou juiz. (Abreu, o meliante recebe um tiro no peito e cai)
“Olho por olho dente por dente”, a velha máxima a que sempre se acorre em razão do secular atraso no “tempo da Justiça”. Justiça: um olhar sobre Portugal.
Rui Madeira

Ficha artística
autor Camilo Castello-Branco
encenação Rui Madeira
elenco André Laires, António Jorge, Carlos Feio, Eduarda Pinto, Jaime Monsanto, Rogério Boane e Solange Sá
cenografia João Dionísio
figurinos Manuela Bronze
criação vídeo Frederico Bustorff
criação sonora Pedro Pinto
design gráfico e fotografia Paulo Nogueira
desenho de luz Nilton Teixeira